Sunday, February 25, 2007

O Poço dos espiritos

A primeira acção passou-se num centro comercial. Havia uma ameaça de bomba, isso instalou logo o pânico. E então o Simão, o Baltas, a Raquel e o Chico Banzé começaram logo de seguida à procura da bomba e não a conseguiam encontrar. O Chico Banzé divertia-se a andar por cima das cabeças das pessoas e a asustar cada vez mais. Os elevadores estavam encerrados, havia uma correria para traz e para a frente. O Simão acabou por ter uma grande ideia, que foi de ir perguntar a um empregado para lhes dizer o caminho para a cozinha da pizzaria, para a lavandaria, e para muitos mais sítios. Então eles começaram por ir á lavandaria, viraram aquilo tudo de pernas para o ar e não encontraram nada, depois foram á pizzaria e fizeram a mesma coisa mas nada. De repente o Chico banzé foi chamá-los e apontou com o seu braço para a livraria o Simão foi á livraria começou a mexer no meio dos livros e encontrou lá a tal bomba; e aquilo já ia em quatro, três, dois, um; o Simão pega logo no fio vermelho e corta o fio. Tremendo todo, mas a bomba desactivou-se. Passado um mês. Eles foram de férias para a Serra de S. Mamede. No dia seguinte que chegaram lá eles foram a um castelo que segundo a lenda o castelo tinha um poço que tinha espíritos. Eles tinham tanta curiosidade que entraram no castelo mas estavam cheios de medo mas foram lá dentro eles por todo o sítio que olhavam assustava. Depois porta fechou-se sozinha. E apanharam um susto quaze de morte. Saíram do castelo e foram lá ao tal «Poço dos Espíritos» mas estava fechado não poderam ir lá. No dia seguinte, eles foram ao poço e já se podia ir, estava lá um homem e disse-lhes: - Em que vos posso ser útil. - Nós queremos ir lá abaixo do poço? - Está bem, mas para isso tenhem de pagar 20 euros cada pessoa. - Está bem nós pagamos tudo o que fôr na boa! E assim foram vestir os coletes de protecções ataram as cordas, o porteiro abriu o poço e acendeu as luzes e lá foram eles sozinhos pelo poço a baixo. Começaram a ver luzes vermelhas ao fundo do poço. E derrepente começaram a ouvir passos e pessoas a ralhar umas com as outras. Mas eles não desistiram, foram mais para baixo. O poço tinha 25 metros de profundidade. Quando chegaram lá a baixo viram dois caminhos; e estavam sempre a ouvir vozes. O Chico Benzé começou a olhar muito fixamente para o chão, e começaram todos a olhar. Havia muitas latas de conserva e garrafas de água e garrafas de vinho espalhadas pelo chão. E o Baltas perguntou: - Será que está aqui alguém? E ninguém respondeu. Depois de já terem matado a sua curiosidade, começaram a subir, quando tinham subido 10 metros viram uma entrada e começaram a entrar, o primeiro foi a Raquel, depois o Chico Banzé, o Baltas e o Simão. E estavam lá dois homens escondidos! E mal os viram amarraram neles com muita força! O Baltas e o Simão começaram a desamarraram-se dos homens e atiraram os para o chão e começaram a fugir pelo poço a cima; fugiram para longe e ligaram logo para a Policia. A Policia foi lá e resolveu o caso. Os Super 4 Editorial Presença 12ª Idição AUTORES: António Avelar de Pinho e Pedro de Freitas Branco. ILUSTRAÇÃO: João Mendonça. TÍTULO: O Poço dos Espíritos Nome: Joel Martins Miranda. Ano: 8′. Turma:C Nº8.
Posted by Joel at 15:29:52
Comments

2 Responses to “O Poço dos espiritos”

  1. Professor Paulo Faria says:

    Jorge, o primeiro resumo considero que foi um bom ensaio; agora espero que não pares por aqui! Até breve.

  2. Professor Paulo Faria says:

    desculpa, Joel, troquei os nomes. Já agora tem mais cuidado com a acentuação.

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