Thursday, April 19, 2007

O Cavaleiro da Dinamarca

Era uma vez um cavaleiro que vivia na Dinamarca. Lá os Invernos eram frios e desertos. O cavaleiro, estava com a família na noite de Natal, nessa noite em que o cavaleiro e a sua família, no fim da ceia de Natal, contavam histórias. Depois de contarem tantas historias o cavaleiro disse que ia a Belém e que só ia chegar dali a dois anos. Na primavera o cavaleiro dirigiu-se para o porto mais próximo. Com o vento forte, o cavaleiro chegou muito antes do Natal à costa da Palestina. Seguiu para a Jerusalém, ai visitou lugares santos, como por exemplo o Monte do Calvário, o Jardim das Oliveiras e os montes da Judeia entre outros. No dia do Natal o cavaleiro foi para a gruta de Belém onde o menino Jesus nasceu, para rezar. Depois já em Fevereiro o cavaleiro foi para o porto de Jafa em que foi para Ravena, uma cidade que o enchia de espanto, depois para Veneza, cidade maravilhosa. Foi ai em Veneza que ele conheceu a história de Vanina, uma rapariga bela. De seguida o cavaleiro passou por Ferrara e Bolonha para ir a Florença. Florença era uma cidade que o enchia de espanto, tanto ou ainda mais do que Veneza. Foi ai em Florença que o cavaleiro conheceu a história de Gioto um grande pintor que ainda agora se fala. A caminho para Génova o cavaleiro adoeceu mas uns frades dum convento curaram-no. Quando o cavaleiro chegou a Génova já era tarde de mais, porque quando ele tinha chegado já os barcos para Flandres tinham partido. Esperou uns dias mas resolveu ir de cavalo para Flandres, ele por Burges, atravessou os Alpes e finalmente chegou a Flandres. Logo dirigiu-se para Antuérpia. Lá o cavaleiro histórias do capitão do negociante, assim ficou a conhecer uma das viagens dos portugueses. Dois anos depois o cavaleiro voltou para a Dinamarca. No dia de Natal o cavaleiro encontrou a floresta onde ele vivia e com muitas voltas dadas encontrou uma luz, essa luz era um pinheiro iluminado que estava ao lado da sua casa.
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A iniciativa do Blog na Escola

Ocorreu há cerca de dois meses, a iniciativa tomada pelo professor Paulo Faria de levar os alunos a aderirem ao blog. O blog acho que vai ser muito bom, tanto para a produção escrita como para os alunos do 7º ano lerem cada vez mais a levar os alunos a escrever mais e melhor.
Posted by Joel at 13:48:18 | Permalink | No Comments »

O Mundo de baixo para cima

No dia 7 de Maio, quando acordei, estava com a cama no tecto e eu conseguia flutuar perfeitamente, saí para a rua e os carros andavam no céu, as árvores estavam de baixo para cima, as casas ao contrário, as pessoas de pernas para o ar. Os homens não trabalhavam e ganhavam o que eles quisessem. Não haveria nem uma pessoa pobre. Os carros andavam a água. Ninguém sabia o que era as drogas nem existiam e os cigarros não faziam mal á saúde. Os homens eram totalmente livres de fazer o que quiserem e não haveria policias. Não haveria governo. Os jovens só iam á escola se gostassem. Em fim estava o oposto de tudo, era tudo totalmente diferente. Mas era um Mundo sem poluição nenhuma, onde tudo era muito melhor.
Posted by Joel at 13:46:05 | Permalink | No Comments »

O Homem invisivel!

Era um rapaz muito tímido mas perfeitamente normal até aos 18 anos ele um dia estava a mexer no telemóvel e carregou numa tecla e passado alguns segundos ele tornou-se invisível. Não sabia o que haveria de fazer estava desesperado mas passado algum tempo ele caiu em si e viu que não ia tornar a ser um homem como era. A felicidade dele é que podia fazer coisas que nunca fez, ir a sítios a onde nunca foi; fazia coisas extraordinárias. Fazia montes de brincadeiras as pessoas quase sem elas se aperceber, em fim podia fazer o que quisesse. Ia a sítios espectaculares como por exemplo, entrava nas melhores casas nos melhores carros, podia andar de avião sem ninguém saber, etc. Mas o lado mau é que nunca mais falou com ninguém e nunca mais tornou a ser como era.
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A Comida Salgada e a Mentira

    Estava a cozinhar e ao pôr sal na comida a tampa do saleiro caiu o sal todo na comida só que eu não reparei e pus a comida na mesa. A minha família começou a comer e quase lhes dava uma coisa. Aquilo não era comida era só sal. Uns dias depois o meu irmão andava muito esquisito e de manhã fui atrás dele e ele foi comprar um jogo para a consola. Mas eu não fiquei lá muito convencido e no dia seguinte fui outra vês atrás dele, foi para uma escola de dança e estava ele a dançar “bale” com um fato branco e muito justo. Mas eu nunca lhe disse nada do que tinha visto. Um dia eu perguntei-lhe: - O que é que fazes todos os dias de manhã? - Ando a dar umas voltas com os meus amigos. E disse-lhe: - Não andas, estás a mentir me, tu andas a dançar bale! E fechou-se no quarto e só no dia seguinte é que abriu a porta.
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Os Telemóveis com Vida

  Estava eu em casa a escrever uma mensagem no telemóvel para um amigo, o telemóvel começou a tremer e caiu ao chão, ai começaram a nascer as pernas, os pés. Ao lado do ecrã nasceram os braços e as mãos; a cabeça os olhos e a boca no ecrã. E ele disse-me: - É pá devias ter vergonha tens a mensagem cheia de erros!!! E disse-lhe: - Mas o que é que se passa um telemóvel com vida? - Sim, porquê estás com medo de mim? - Não, mas não é todos os dias que um telemóvel ganha vida. - Pois não, sou eu o primeiro e a partir de agora os telemóveis vão começar a ter vida. E ele disse-me: -Tens de começar a tirar melhores notas? - Eu sei, não é preciso dizer-me isso. - Não sei se sabes, tenho muitas duvidas quanto a isso. E o meu telemóvel continuou-me a fazer montes de perguntas.
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