Uma Mão Cheia de Nada Outra de Cousa Nenhum
”Lá lá lá…lá lá lá…lá lá lá…Que valsa tão doce e tão agradável! Conhecia-a tão bem!
Eles, de calção de seda e de meia alta, elas, de cauda…
Deixem-me dançar também, dizia eu, sem que ninguém me pudesse ouvir. Por fim agarrei-me a uma árvore e pus-me a andar à roda.
Mas que vergonha, que vergonha! Descobriram-me!
Nisto acordei.
Autora: Irene Lisboa
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16:40:34