Thursday, January 24, 2008

O Naufrágio

O Yash caminhava na praia ao fim de embateu numa, rocha. Acordou dias mais tarde numa praia deserta, onde só existiam animais selvagens. Yash caminhava lentamente á procura de saída ou de outro tipo de embarcação que o levasse de volta para a sua terra. Yash deu voltas e mais voltas á procura de algo ou alguém que o ajudasse a sair daquela terra longínqua. Mas nada, de especial. Yash começou a entender que nada havia para fazer para sair dali. Estava com fome e decidiu ir procurar algo para comer.  De repente viu um javali a correr e foi atrás dele, apanhou-o, matou-o e devorou-o esfomeadamente. Depois da sua refeição tão desejada procurou alguma coisa para dormir uma sesta. Passaram cinco dias e nada, nada de novo naquela ilha. Yash decidiu fazer uma casa com palha, cascas de árvores e folhas de palmeira. Daí por adiante a vida de Yash mudou. Começou a caçar, a pescar, cultivar e continuar a sua vida sossegada e solitária.   
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Thursday, January 17, 2008

Sexta-Feira ou a Vida Selvagem – O Diário do Naufrágio

Ao fim da tarde de 29 de Setembro de 1759, o seu obscureceu–se de repente na região do arquipélago Juan Fernandez, a cerca de seiscentos quilómetros ao largo das costas do Chile. A tripulação doVirgínia reuniu-se no convés para ver as pequenas chamas que pareciam no cimo dos mastros e vergas do navio.
À noite, quando o capitão Van Dayssel viu que uma rabanada de vento rebentara uma das velas como de fosse um balão, deu ordens aos seus homens para arriarem as outras e se fecharem com ele no interior, à espera que a tempestade passasse.

 

 

Actividade da Galeota Holandesa:

 

O Capitão jogava tranquilamente ás cartas com Robinson em quanto o temporal rugia lá fora. Estava-se em meadas do século XVIII.
Robinson deixara em York a mulher e os dois filhos, com o objectivo de explorar a América do Sul e ver se conseguia organizar trocas comerciares proveitosas entre o seu país e o Chile. Algumas semanas antes, o Virgínia contornava o continente Americano dobrando heroicamente o terrível cabo Horn, e rumava agora para Valparaíso, onde Robinson queria desembarcar.

 

A Tempestade:
A vantagem das tempestades está em que nos libertam de preocupações. Não há nada a fazer contra os elementos enfurecidos. Portanto, nada fazemos. Entregamo-nos nas mãos do destino.
Nesse mesmo momento, a lanterna suspensa de uma corrente que iluminava a cabine descreveu um arco de círculo, indo estilhaçar- -se de encontro ao tecto. Antes de tudo mergulhar em completa escuridão, Robinson ainda teve tempo de ver o capitão deslizar a cabeça por cima da mesa. Levantou-se e dirigiu-se para a porta.

 

O Tsunami:
Uma forte corrente de ar fez-lhe compreender que já não havia porta.
O mais aterrador de tudo era que, depois do constante balanço e vaivém do navio, que duravam havia vários dias, aquele ficara completamente imóvel.

 

 

 

A procura de um meio de salvação:

 

Robinson avistou no convés um grupo de homens esforçando-se por lançar à água um escaler de salvamento.
 
A chega a Ilha:

 

Quando Robinson voltou a si, encontrava-se deitado, o rosto na areia.
A praia estava juncada de peixes mortos, conchas quebradas e algas negras, para ali lançadas pelas vagas. A ocidente, uma falésia rochosa entrava pelo mar dentro e prolongava-se numa série de recifes.
Robinson levantou-se e deu alguns passos.
Como o sol começava a queimar, fez uma espécie de chapéu, enrolando algumas das grandes folhas que cresciam junto à praia.
Após várias horas de penosa marcha, Robinson chegou ao sopé de um maciço de rochedos amontoados irregularmente.

 

 

Objecto trazido:

 

Trouxe igualmente do navio duas caixas de biscoitos, um óculo, a dois mosquetes de pederneira, uma pistola de dois canos, dois machados, uma pá, uma enxada, um martelo, alguma estopa e uma peca de tecido de lã vermelha, de fraca qualidade, que se destinava sem dúvida a eventuais trocas com os indígenas. No camarote do capitão encontrou o famoso barril de tabaco, bem fechado e contendo o grande cachimbo de porcelana, intacto apesar da sua fragilidade.
Por fim, encontrou, no camarote do e mediato, uma Bíblia em bom estado, que embrulhou num pedaço de vela, para a proteger.

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Thursday, January 10, 2008

A Rapariga de Luto

Era uma rapariga chamada Ana que estava de luto por o seu pai tinha morrido muito recentemente estava triste por já não sentir o conforto do pai, por gostar tanto dele. Mas a maior alegria dela era de estar apaixona por um rapaz mas não se declarar ao rapaz sentia-se um pouco tímida quando estava a junto do rapaz. Ate que um dia ela chegou junto do rapaz e declarou-se. O rapaz jurou-lhe que já algum tempo que gosta dela soque também estava com receio da opinião dela. Começaram a namorar e a Ana esqueceu um pouco a morte do pai.
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Thursday, January 3, 2008

Sexta-Feira ou a Vida Selvagem

A Historia Começa com um barco que se chamava ”Virgínia“ que naufragou devido a uma tempestade. Robinson foi o único sobrevivem-te.
 Ele começou a cultivar para poder comer e também retirava dos destroços do Virgínia como: ouro, barris de pólvora, duas espingardas, uma pistola, um óculo, etc.
Construiu um barco para ir para o Chile mas não o conseguiu levar para o mar.
Num dia chegou um barco com índios, fizeram uma fogueira, um índio foi para cima do lume, morreu carbonizado e os restantes foram-se embora.
Mas voltaram passado algum tempo mas desta vês um homem fugiu e os restantes foram-se embora sem o índio que fugiu.
O Robinson foi a procura dele, conheceu e ficaram amigos depois deu-lhe o nome de Sexta-Feira.
Robinson obrigava Sexta-Feira a trabalhos esforçados, ele fazia tudo o que Robinson devia fazer.
Um dia Sexta-Feira causou uma enorme explosão na gruta de pólvora. Tentaram recuperar o que ainda restava de pouca coisa que havia.
E ficara assim com as suas obras destruídas
A partir daí deixaram a vida que tinham e passaram a ter uma vida muito mais feliz e calma. Por ter deixado de existir governador e passado a serem iguais em termos de poderes.
Essa vida era preenchida por jogos violentos, tudo isso e feito pelas extraordinárias invenções de Sexta-Feira.
Um dia chegaram muitos Papagaios mas mesmo muitos e come-çaram a acasalar. Já não ouviam o que diziam um ao outro porque o barulho que os Papagaios faziam era tanto que não se ouvia mais nada.
Pouco tempo depois chegou um navio e passaram lá umas férias destruindo a ilha toda. Depois foram-se embora e Sexta-Feira foi com eles deixando para tráz Robinson sozinho.
Mas Robinson ao tentar encontrar Sexta-Feira encontrou um rapaz que era escravo do navio e que lhe dera o nome de Domingo porque era o melhor dia da semana.

 

Titulo: Sexta-Feira ou a Vida Selvagem

 

Autor: Michel Tournier  

 

Editorial: Presença

 

Colecção: Estrela do Mar

 

Ilustrações: José Maria Nolasco  

 

Edição: 30ª

 

Dias que li: 13,14,17,18,19,20,21,26,27,28 de Dezembro

 

Tempo por dia: 60 minutos mais ou menos.

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Uma Viagem no Tempo dos Castelhanos

O João e a Ana zangados por ter mais uma aventura, resmun- gando um com o outro e a pensarem que nunca mais ia ter uma aventura como aquela e ainda faltava um mês para acabar as ferias. O pai entrou por a porta do quarto dentro e disse se queriam ir de ferias para a quinta da tia Júlia. Pouco interes-sados mas lá foram.
Em casa da tia, a cozinheira Albertina contou-lhes que avia no castelo um lobisomem. E um dia de manhãzinha lá foram eles para o castelo.
Por grande espanto encontraram por tráz do arbusto um homem pequeno e gordo. Com pouco cabelo e barba muito grande e branco. Apresentaram-se e entraram, a cozinha estava muito desarrumada e era muito antiga. Depois estiveram a conhece-lo e ele era um Cientista Internacional e estava a fazer uma máquina do tempo. E foram vela.
O Orlando era assim que se chamava o cientista, mostrou-lhes a central de comando e explicou-lhes o que ela ia fazer.
Depois mostrou-lhes a máquina do tempo e disse que iam viajar ate ao século XII. O João e a Ana estavam entusiasmadíssimos e seguiram as regras a risca. Os amigos do Orlando, cientistas que estavam espalhados pelo mundo todo, deixaram viajar os irmãos.
Foram ate ao século XII exploraram aquilo tudo e vieram para casa são e salvos

 

Autora: Ana Maria Magalhães

 

Editora: Caminho

 

Ilustrações: Arlindo Fagundes

 

Dias que li: 15,16,17,18,19,20,21,22,23,24,25,26 e 27 de Novembro
Tempo por dia: 45 minutos mais ou menos.

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