Monday, November 17, 2008

Prosa dos Lusíadas

As armas e os barões que foram assinalados na praia Lusitana. Por mares que nunca antes tinham sido navegados, e ainda passaram além da Taprobana, por perigosas guerras e com muito esforço. Mais do que a força humana conseguia, com a gente remota edificaram o Novo Reino, que tanto sublimaram.

Também por as memorias gloriosas daqueles Reis que quiseram dilatar a fé, o Império e as viciosas de África e de Ásia, que andaram devastando. Por aqueles que as obras valorosas, da lei que se dá a Morte libertada: Cantando conseguirei espalhar por toda a parte; com a ajuda do engenho e a arte.

Cessando o sábio Grego e o Troiano as grandes navegações que fizeram. Que se cale Alexandre e o Trajano, as vitorias e a fama que tiveram. Que eu canto do peito ilustre Lusitano, que Neptuno e Marte obedeceram. Que se cesse por tudo que a Musa antiga cantava o que o outro valor mais alto se fosse levantado.

Posted by Joel at 21:00:52
Comments

One Response to “Prosa dos Lusíadas”

  1. paulo faria says:

    Joel, espero que este trabalho tenha servido como ajuda na articulação de palavras e do próprio texto.

    Gostava agora que tentasses fazer sínteses diárias das aulas, com os aspectos que consideres mais importantes. Esta estratégia possibilitaria que tivesses uma visão mais correcta daquilo que realmente sabes.

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