Monday, November 17, 2008

Prosa dos Lusíadas

As armas e os barões que foram assinalados na praia Lusitana. Por mares que nunca antes tinham sido navegados, e ainda passaram além da Taprobana, por perigosas guerras e com muito esforço. Mais do que a força humana conseguia, com a gente remota edificaram o Novo Reino, que tanto sublimaram.

Também por as memorias gloriosas daqueles Reis que quiseram dilatar a fé, o Império e as viciosas de África e de Ásia, que andaram devastando. Por aqueles que as obras valorosas, da lei que se dá a Morte libertada: Cantando conseguirei espalhar por toda a parte; com a ajuda do engenho e a arte.

Cessando o sábio Grego e o Troiano as grandes navegações que fizeram. Que se cale Alexandre e o Trajano, as vitorias e a fama que tiveram. Que eu canto do peito ilustre Lusitano, que Neptuno e Marte obedeceram. Que se cesse por tudo que a Musa antiga cantava o que o outro valor mais alto se fosse levantado.

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Monday, November 10, 2008

As desigualdades sociais

No nosso planeta existe um grande problema que é a desigualdade social. São raros os países onde não existe esse problema.

As desigualdades sociais nos países do nosso Planeta são sim, existe um grupo de pessoas muito ricas e outro grupo de pessoas muito pobres.

Com a soma dos salários do grupo dos ricos que da bastante dinheiro com mais um escassa quantia de dinheiro dos salários dos pobres, dá uma taxa económica muito elevada.

E por isso é que o governo de quase todos os países pensão que a taxa económica é elevada; o pais até esta bem, tem bons salários.

Mas não é assim há famílias que tem uns salários muito bons e outras famílias sem salários, sem rendimentos, que vivem em situações precárias.    

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Monday, October 27, 2008

A Viagem Imaginaria

A minha viagem imaginaria começou com a minha namorada e um grupo de amigos. Fomos com duas auto caravanas, com as bicicletas na mala e as pranchas de surf no tejadilho.

O nosso destino da viagem imaginaria era passar pela serra do Marão, descer a serra de bicicleta e ao mesmo tempo fazer VTT. Para fazer uma descida louca, com grandes saltos e muita adrenalina. Por fim vamos para a praia da Costa da Caparica porque lá é proibido as ondas terem menos de dois ou três metros de altura.

Quando chegamos á serra do Marão estava uma pequena brisa mas o sol estava espectacular. No fim de almoçar, lá fomos nós, descendo o monte todo e ainda demos uma volta pelas ruas das aldeias. A noite, estava escura e as estrelas brilhavam como nunca, passamos uma noite espectacular dentro da Auto caravana.

Ao amanhecer lá fomos nós em direcção a Lisboa, mais precisamente para a praia da Costa da Caparica. Depois de cinco horas de caminho chegamos nós á famosa praia. A temperatura estava para cima de trinta graus, um dia de muito calor. Fomos para um parque de campismo onde passamos 6 dias, o nosso tempo era passado entre a praia, apanhar sol, surf, piscina e as noitadas eram passadas na discoteca.

E assim foi, ao fim desses dias de férias, viemos para o Norte para a nossa terra natal.

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Friday, October 24, 2008

O minha obra é:

Autora: Ana Maria Magalhães
Isabel Alçada
Nome da obra: Uma Aventura no Egipto
Editora: Caminho
Posted by Joel at 21:19:50 | Permalink | No Comments »

Friday, October 17, 2008

Biografia de Gustave Flaubert

Filho de um médico, cresceu no hospital onde seu pai era cirurgião-chefe. Após ter reprovado nos exames de direito na Universidade de Paris, começa em 1843 a escrever seus romances. Escreveu ainda Salambô, uma reconstituição da civilização Cartaginense na época das guerras púnicas. Veio-lhe a idéia dessa obra, após sua visita às ruínas de Cartago em 1862.

Gustave Flaubert é também autor das obras: A tentação de Sto. Antonio (1874), Educação Sentimental (1869) e Três Contos, entre outros. Em 1844, com epilepsia, se isola em um sitio pertecente à seu pai. Em 1856, após cinco anos de trabalho, publica Madame Bovary, seu romance realista mais conhecido, no qual critica os valores românticos e burgueses da época.

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Noite

Poema de: Miguel Torga 

   Noite

A Noite é triste.

Não tem luz,

Não tem vida,

E algum sonho que tem

É de gente deitada e adormecida.

 

Nem magia de lua,

Nem magia de nada;

Escuridão;

Escuridão;

E o uivo dum cão

Com a alma apertada.

 

 

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Tuesday, June 17, 2008

Poema

O teu amor é como um chave,
Que abre as portas do meu e coração.
Posted by Joel at 11:51:55 | Permalink | No Comments »

O Filme: O medo e a Coragem

O filme está a tentar mostrar o que o ser humano faz perante uma situação de medo mas que depois consegue alcançar todo o seu receio.
No filme as personagens dão sempre um passo a traz, quando ficam com medo.
De seguida as personagens enchem-se de coragem e vão em frente enfrentando os seus medos.
A alegria das personagens no fim de alcançar esse medo íntegro, vale todo o esforço que eles fazem para ascender o medo.
Posted by Joel at 11:50:56 | Permalink | No Comments »

Thursday, May 29, 2008

A Caneta suicidou-se

A Caneta suicidou-se, porque caio ao chão.
O Helder do 8ºC Nº5 vai ter remorsos para o resto da vida dele. O pior vai ser a Mãe dele que lhe vai pagar o funeral á caneta, e o dinheirão que o Pai vai gastar em comprar outra caneta igual.

Mas o pior de tudo é a estalada que o Helder vai levar de do pai e da Mãe.

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Thursday, May 15, 2008

O Sonho

Livro: “Pelo Sonho é que vamos”

 

De: Sebastião da Gama   

 

O Sonho

 

Pelo sonho é que vamos,
Comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não haja frutos,
Pelo sonho é que vamos.

 

Basta a fé no que temos.
Basta a esperança naquilo
que talvez não teremos.
Basta a que a alma demos,
Com a mesma alegria,
Ao que desconhecemos
E ao que é do dia-a-dia.

 

Chegamos? Não chegamos?

 

- Partimos. Vamos. Somos.

 

 

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